A implementação da inteligência no processo de compras começa com a análise dos indicadores de desempenho da empresa e da macroeconomia. A afirmação, feita por Cláudio Mitsutani, diretor da ATMAN Consultoria, no 12º Congresso de Compras, recém-concluído em São Paulo, amplia o conceito de compra, mostrando que a mera busca por baixo custo não é mais o fator determinante numa negociação.
Segundo Mitsutani, o processo de compras ganhou inteligência quando passou a exigir dos profissionais envolvidos no processo de compras que entendam do seu negócio em profundidade, conheçam leis, dominem os sistemas de suprimentos, tenham noções de economia e sejam capazes de conhecer os produtos e as estratégias de sua concorrência. Conhecendo esse conjunto de fatores é possível analisar melhor os cenários e aumentar a vantagem competitiva da companhia.
“O conceito de inteligência existe há muito tempo, mas poucas empresas o aplicam de forma eficaz. Qualquer empresa pode estruturar sua área de compras e aplicar o conceito de inteligência em seus negócios. É preciso organização e planejamento” afirma Mitsutani.
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